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Psicologia Nova

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Para além dos consultórios particulares e SUS: O Judiciário também é lugar de Psicólogo atuar!
Segunda-Feira, 13 de Junho de 2016

Quando se fala em concursos para a Psicologia Jurídica , logo se pensa na remuneração e no status que trabalhar com promotores, juízes ou defensores públicos pode proporcionar. Mas trabalhar com psicologia Jurídica vai além disso. Vamos entender um pouco mais deste campo de atuação?


A psicologia jurídica é uma especialização que psicólogos podem fazer de dois modos:


– Prestando o Concurso do Conselho Federal de Psicologia e obtendo o título de Psicólogo(a) Jurídica.


– Fazendo uma Pós-Graduação em Psicologia Jurídica. Em geral, as pós-graduações latu sensu (especializações) tem duração de 18 a 24 meses. Existem diversas faculdades que oferecem esta especialização como a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), a PUC, a UCB, entre outras.


De acordo com o site da UERJ, a pós-graduação em psicologia jurídica “objetiva capacitar psicólogos para atuar na interação entre Psicologia e Direito, enfocando, prioritariamente, as áreas de Justiça da Infância e Juventude, Sistema Penal e Varas de Família”.


Segundo o Conselho Federal de Psicologia, o psicólogo(a) que trabalha na área, tema como alguns campos de atuação:


1) Avalia as condições intelectuais e emocionais de crianças, adolescentes e adultos em conexão com processos jurídicos, seja por deficiência mental e insanidade, testamentos contestados, aceitação em lares adotivos, posse e guarda de crianças, aplicando métodos e técnicas psicológicas e/ou de psicometria, para determinar a responsabilidade legal por atos criminosos;


2) Atua como perito judicial nas varas cíveis, criminais, Justiça do Trabalho, da família, da criança e do adolescente, elaborando laudos, pareceres e perícias, para serem anexados aos processos, a fim de realizar atendimento e orientação a crianças, adolescentes, detentos e seus familiares ;


3) Atua em pesquisas e programas sócio-educativos e de prevenção à violência, construindo ou adaptando instrumentos de investigação psicológica, para atender às necessidades de crianças e adolescentes em situação de risco, abandonados ou infratores;


4) Realiza avaliação das características das personalidade, através de triagem psicológica, avaliação de periculosidade e outros exames psicológicos no sistema penitenciário, para os casos de pedidos de benefícios, tais como transferência para estabelecimento semi-aberto, livramento condicional e/ou outros semelhantes.


5) Assessora a administração penal na formulação de políticas penais e no treinamento de pessoal para aplicá-las.


6) Realiza orientação psicológica a casais antes da entrada nupcial da petição, assim como das audiências de conciliação.


7) Outras funções
Os principais locais de trabalho para Psicólogos nesta área são:

  • Tribunais de Justiça
  • Ministérios Públicos
  • Defensorias Públicas
  • Centros de Atendimentos Socioeducativos
  • Sistema Penitenciário

    De modo resumido, podemos listar algumas das principais atividades na área Jurídica:



  • separação e divórcio
  • regulamentação de visitas
  • disputa de guarda
  • adoção
  • destituição do poder familiar
  • adolescentes autores de atos infracionais
  • aferição de dano psíquico
  • interdição
  • sistema prisional
  • institutos psiquiátricos forenses
  • perícia trabalhista
  • vitimologia
  • veracidade dos depoimentos
  • depoimento sem dano ou especial

  • Em relação à remuneração do Psicólogo Jurídico sabemos que na área de Psicologia não existe ainda um piso salarial. Isso significa que cada Estado tem autonomia para definir as remunerações de seus servidores. Em geral, os concursos nesta área oferecem remunerações iniciais que variam entre 3 e 6 mil reais. Alguns concursos recentes nessa área têm oferecido remunerações entre 7 e 8 mil. Existem diferenças de um Estado para outro.


    Como o Psicologia Nova pode ajudar em minha preparação?


    No curso de Psicologia Jurídica Avançada iremos trabalhar com todos os temas recorrentes em concursos no campo da Psicologia Jurídica no Brasil. Iremos apresentar a bibliografia básica, de leitura obrigatória para todo candidato, além da orientação para estudos avançados por banca.


    O Curso Psicologia Jurídica Avançada possui a duração de 19 horas de aula (38 aulas de 25 minutos cada)e mais detalhes do curso podem ser vistos neste link: www.psicologianova.com.br/eventos

    Obrigado

    Rafel Maciel

    Moderador de Estudos do site

  • 1,5 KLeituras
    A importância de se definir uma área preferencial de estudos!!
    Quinta-Feira, 9 de Junho de 2016

    Olá pessoal, gostaria de compartilhar com vocês um pouco de minha experiência pessoal com concursos públicos.
    De início, já lanço uma pergunta: vocês são do tipo de concurseiros que fazem todos os concursos que surgem pela frente ou vocês dão preferência a uma área, banca, ou tipo de instituição?
    Em outras palavras, você acha que é mais efetivo fazer provas que cobrem a cada edital diversos assuntos da psicologia ( e sabemos que as subáreas da psicologia são muitas!), ou você acredita que ao se “especializar” em um assunto tem maiores chances de aprovação?
    Vamos lá, vamos tentar balancear os prós e os contra de cada uma dessas opções! Ao escolher fazer provas distintas e de áreas diversas, há a vantagem de estar sempre estudando, estar sempre em contato com a matéria. Além do que isso possibilita que o concurseiro conheça vários assuntos e também os estilos que as bancas têm de cobrar o conhecimento. Dessa forma, não se cai no erro de se ter períodos de pausa nos estudos por estar a procura do “edital ideal para você”. Existe também a vantagem de sentir que “não se está parado” que se está aproveitando “todas as oportunidades”.
    A última vantagem é que se pode fazer, por exemplo, dois concursos ao mesmo tempo, escolhendo uma prova como prioritária. Muitos concurseiros fazem isso; escolhem uma prova como mais viável ( maior numero de vagas, menor concorrência, salário mais alto, etc) e elegem uma prova para se fazer como “treineiro”.
    Entretanto, há varias desvantagens em se fazer esta opção. Ao estudar a cada edital assuntos bem diferentes, diminui- se a chance de consolidar o conhecimento na mente. É impossível ser bom em tudo! O que mais vemos na vida cotidiana são pessoas que são “feras” no assunto “x” e medianas em vários outros assuntos. E como elas chegaram neste nível? Basicamente através de repetição, memorização e treino. Sem contar que quando o concurseiro percebe que está evoluindo no acerto de questões de determinada área, ele fica mais autoconfiante e isso melhora o aprendizado.
    Por outro lado, quais as vantagens e desvantagens de se escolher focar em alguns critérios? Vemos mais vantagens do que desvantagens. Pode-se escolher, por exemplo, em prestar apenas provas que tenham predomínio de psicologia Organizacional ou Psicologia Jurídica. Fazendo desta forma, existe a grande vantagem de se aproveitar o conhecimento adquirido em uma prova anterior e usá-lo para a próxima prova! Desta forma, aumenta-se a chance de acertos na prova. Fazendo desta forma, a tendência é que o concurseiro demore menos tempo para ser aprovado, mesmo que tenha as vezes que dizer “não” a um edital totalmente diferente do que vinha estudando. Esta decisão é difícil, mas em médio prazo a tendência é que ele não se perca de sua área escolhida e aumente seu desempenho em termos de nota.
    Para finalizar, relato minha experiência. Durante um bom tempo fiz concursos de várias bancas e várias áreas da Psicologia. A experiência adquirida foi positiva, mas percebi que minhas notas estavam flutuantes e que era impossível dominar tantas subáreas da Psicologia. Decidi então, priorizar editais que tinham mais Organizacional . Com esta escolha fui melhorando minhas notas até conseguir ficar no número de vagas para Psicólogo da Petrobras.
    Este é apenas um relato pessoal que não serve como regra geral. Veja, na sua realidade, o que é melhor para você e venha estudar com o Professor Alyson Barros do Psicologia Nova! Te ajudamos a escolher uma estratégia!
    Um Abraço
    Rafel Maciel
    Moderador de Estudos do site Psicologia Nova

    1,3 KLeituras
    Concurso FIOCRUZ: Salário atrativo e edital a ser lançado em breve!!
    Quinta-Feira, 9 de Junho de 2016

    Boa tarde alunos do Psicologia Nova! Já pensaram em trabalhar em uma instituição tradicional em fazer pesquisas de ponta na área de saúde pública? Caso sim, trabalhar na FIOCRUZ pode lhe trazer esta experiência profissional.
    Esta instituição já abriu vagas para psis em editais anteriores e vale a pena começar a estudar matérias certeiras como português e temas de saúde pública.
    Nos do site Psicologia Nova estamos monitorando este edital e assim que o mesmo for lançado na praça, decidiremos se teremos preparatório ou não.
    Sugerimos aos concurseiros que resolvam pelo menos uma prova anterior desta instituição para ter idéia dos conteúdos cobrados. Adiantamos que temas como psicologia da saúde, epidemiologia, psiconcologia e outros podem ser cobrados de você!
    Veja algumas informações abaixo sobre este edital:
    O cargo de pesquisador, com 58 vagas, pede formações de nível superior, no qual a Psicologia deve estar inclusa.
    A liberação do certame pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) aconteceu em caráter de exceção, no dia 29 de maio, apesar dos cortes orçamentários impostos no ano passado pelo Governo Federal.
    O documento delimita que o edital do concurso Fiocruz 2016 seja publicado em até seis meses, ou seja, até o dia 29 de outubro. Ainda assim, conforme informou a assessoria de comunicação, o órgão tem analisado a possibilidade de ele próprio elaborar e aplicar as provas com o intuito de agilizar o processo.

    O posto de pesquisador pede ensino superior completo. Os salários oferecidos para a posição correspondem a R$ 6.780,28, sendo que há a possibilidade de se somar ao valor uma retribuição por titulação (RT) de acordo com os títulos de especialista, mestre e doutor.
    A última seleção promovida pela Fundação Oswaldo Cruz foi em 2014 e ficou sob a organização da Fundação Dom Cintra. Os aprovados foram convocados para trabalhar no Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Porto Velho (RO), Manaus (AM), Curitiba (PR), Campo Grande (MS), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Brasília (DF).

    Na ocasião, foram oferecidas 400 vagas distribuídas nas carreiras de técnico em saúde pública (75) – que exige nível médio; tecnologista em saúde pública (128), analista de gestão em saúde pública (8), especialista (25) e pesquisador (164), que pedem formação superior.

    De acordo com as informações do edital do concurso da Fiocruz, os salários partiam de R$ 3.224,57 e chegavam a R$ 14.813, com as gratificações de especializações para jornada de 40 horas semanais, além do benefício de auxílio-alimentação.

    O processo seletivo teve provas objetiva, discursiva (tecnologista, pesquisador e especialista) e prática (para alguns perfis de técnico), além de análise de títulos e currículo (tecnologista, especialista, pesquisador e analista) e apresentação do projeto de atuação profissional e defesa de memorial (pesquisador e especialista).

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